Início BRASIL Bolo envenenado: Deise pesquisou veneno mais mortal do mundo, diz delegado

Bolo envenenado: Deise pesquisou veneno mais mortal do mundo, diz delegado

“A primeira pesquisa dela foi o veneno mais mortal do mundo“, afirmou o delegado responsável pelo caso do bolo envenenado no Rio Grande do Sul, Marcos Vinícius Muniz Veloso, sobre as pesquisas feitas por Deise Moura dos Anjos.

A fala do delegado foi feita durante a primeira entrevista de Zeli dos Anjos, a sogra da mulher e uma das sobreviventes, ao Fantástico, da Rede Globo.

“Todos os depoimentos foram no sentido de um certo ódio que a investigada tinha pela sua própria sogra”, contou o delegado Veloso.

 

O delegado também apontou que a acusada disse espotaneamente que “o apelido da sogra era ‘naja”, enquanto ria de forma leve.

Zeli afirmou que a nora, Deise Moura dos Anjos, suspeita de matar quatro pessoas envenenadas com arsênio, em Torres, no Rio Grande do Sul, era uma pessoa má.

Na última quinta-feira (13), Deise Moura dos Anjos foi encontrada morta dentro da cela na Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba.

Relembre o caso

Os crimes teriam ocorrido em setembro e dezembro de 2024 contra Neuza dos Anjos, Maida da Silva e Tatiana Denize, que morreram por envenenamento, e Zeli dos Anjos, sogra de Deise, além de Matheus, uma criança de 10 anos, sobreviveram ao envenenamento.

O corpo de Paulo Luiz dos Anjos, sogro de Deise, foi exumado em janeiro de 2025. “Eu não quis acreditar em várias pessoas que me falavam: ‘Faz o exame nele, faz o exame nele’. E eu achei impossível”, afirmou Zeli.

Em setembro de 2024, por uma suposta intoxicação alimentar, ele morreu. A Polícia exumou o corpo e concluiu haver presença de arsênio na vítima, desencadeando um segundo inquérito.

Mesmo com a morte da principal suspeita do caso, os policiais vão seguir com os trabalhos para “esclarecer todos os elementos e detalhes que envolvem este fato”.

Este conteúdo foi originalmente publicado em Bolo envenenado: Deise pesquisou veneno mais mortal do mundo, diz delegado no site CNN Brasil.

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